Esses são fatores de risco bem estabelecidos para a endometriose. Aqui está um breve resumo de cada um deles:
- Menarca precoce – Primeira menstruação antes dos 11 anos pode aumentar o risco devido à exposição prolongada ao estrogênio.
- Nuliparidade – Mulheres que nunca tiveram filhos apresentam maior risco, possivelmente devido à ausência de interrupções nos ciclos menstruais.
- Hipermenorréia – Menstruação com fluxo excessivo pode contribuir para o refluxo do endométrio pela tuba uterina, favorecendo a implantação de tecido endometrial fora do útero.
- Polimenorréia – Ciclos menstruais curtos (menos de 27 dias) aumentam a frequência da menstruação e podem elevar o risco da doença.
- Infertilidade – A endometriose pode ser tanto uma causa quanto uma consequência da infertilidade, já que a inflamação e as aderências podem comprometer a função dos órgãos reprodutivos.
- Faixa etária reprodutiva – A endometriose é mais comum em mulheres entre 25 e 40 anos, período de maior atividade hormonal.
- História familiar – Ter parentes de primeiro grau (mãe, irmã ou tia) com endometriose aumenta significativamente o risco de desenvolver a doença.
- Anomalias müllerianas – Malformações do útero e das tubas uterinas podem causar alterações no fluxo menstrual e predispor à endometriose.
Cada um desses fatores pode contribuir de maneira diferente para o desenvolvimento da doença, mas o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico adequado são fundamentais para o tratamento e controle dos sintomas.